sexta-feira, 28 de maio de 2010
Acadêmicos da Rocinha - Projeto Social
Desde 2006 com a criação do Núcleo de Responsabilidade Social da Acadêmicos da Rocinha - o Qualificar, a agremiação vem mostrando que é mais do que uma escola de samba, é uma escola de vida. Com o Qualificar, a Acadêmicos da Rocinha assume a preocupação em que vai além do carnaval: criar oportunidades de inclusão social e melhorar a qualidade de vida dos moradores das comunidades da Rocinha, Vidigal, Vila Canoa e Parque da Cidade.
O Qualificar tem, além de outras parcerias, o patrocínio da Petrobras através do Programa Cidadania e Desenvolvimento e as propostas de:
- Promover o desenvolvimento humano na comunidade.
- Ser um importante instrumento para criação e execução de ações socioculturais através de programas e projetos que viabilizem alternativas de sustentabilidade econômica para os moradores da Rocinha e entorno.
- Atuar na capacitação, geração de trabalho e renda.
- Manter serviços de excelência e fazer da Escola de Samba um núcleo de referência sociocultural e educacional.
- Apresentar idéias criativas, sempre obter o melhor resultado e surpreender de forma positiva seu público e clientes.
- Realizar projetos inovadores que emocionem, sejam inesquecíveis e possibilitem que a comunidade participe do dia a dia da Escola, agregando também valor às marcas apoiadoras e patrocinadoras.
Valores - Respeito à Dignidade Humana - Valorização da Vida - Liberdade de Expressão e Comunicação - Liberdade de Empreender - Excelência - Criatividade
Acadêmicos da Rocinha
SAMBA-ENREDO DA ACADÊMICOS DA ROCINHA NO CARNAVAL 2010
Compositores: André Malheiros, Leandro R1, Leonardo Porto, Leleco, Marcão R1 e Ocimar Santos
Aurora de uma nação
O vento soprou
Eram Miracemas
Trazendo os filhos do sol
E as grandes guerreiras
A luz do poema
Na formação do Reino das Ykamiabas
Muiraquitã, o amuleto do poder
A pedra verde que fez da Morubixaba
Mulher pra governar e se temer
Cadê a flauta encantada
Que o homem roubou para si
Deixando os seios da mata
Fora da festa do Jurupari
A Deusa Senhora de todo lugar
Do ventre a vida depois de enamorar
Veio da Espanha a ambição
Rasgando o mar, buscando riquezas
Não conheciam as donas do chão
As protetoras da mãe natureza
Amazonas, na expressão da liberdade
É festa, é dança, é canto de fé
No manto da diversidade
Preservação da natureza
Quanta beleza
No raiar de um novo dia
Olimpíadas 2016 - Rio de Janeiro
Urbanização do Rio de Janeiro - PAN 2007

Os Jogos Pan-Americanos de 2007, oficialmente denominados XV Jogos Pan-Americanos, foram um evento multiesportivo realizado em julho na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Durante os dezessete dias de competição, 5633 atletas de 42 países competiram em 332 eventos de 47 modalidades.
O Rio de Janeiro foi eleito sede dos Jogos em 2002. Nos cinco anos de preparação, diversos locais de competição foram construídos ou reformados e mais de vinte mil voluntários foram convocados para trabalhar no evento principal e em eventos preparatórios.
Urbanização do Rio de Janeiro - Pereira Passos [2]
Com a finalidade de saneamento e ordenação das ruas, Pereira Passos demoliu casarões, abriu diversas ruas e alargou outras. O alargamento das ruas permitiu o arejamento, ventilação e melhor iluminação do centro e ainda a adoção de uma arquitetura de padrão superior.
Foram abaixo todos os prédios paralelos aos Arcos da Lapa e o Morro do Senado, a fim de liberar passagem para a Avenida Mem de Sá. Para a abertura da atual Avenida Passos, foi demolido o Largo de São Domingos. Após a conclusão do alargamento da rua da Vala (atual Rua Uruguaiana), em 1906, que custou a demolição de todo o casario de um dos lados da rua, esta passou a abrigar as melhores lojas do início do século.
Pereira Passos idealizou e realizou a Avenida Central, com 1.800 metros de comprimento e 33 metros de largura, a atual Avenida Rio Branco , um dos mais importantes feitos da cidade até hoje, a exercer o papel de centro econômico e administrativo. É considerada um dos marcos de sua administração.
- As obras da Avenida Beira Mar, iniciadas logo que assumiu, foram inspecionadas pessoalmente. Esta ligaria o centro da cidade até o Morro da Viúva. A avenida foi uma forma eficiente de ligar as extremidades da cidade, sendo esta ligação reforçada posteriormente pela abertura de túneis.
Apesar das melhorias sanitárias e urbanísticas, o plano de Pereira Passos implicou em alto custo social, com o início das formações de favelas na cidade.
A reforma promoveu uma grande valorização do solo na área central, ainda ocupada parcialmente pela população de baixa renda. Cerca de 1.600 velhos prédios residenciais foram demolidos. A partir destas demolições, a população pobre do centro da cidade se viu obrigada a morar com outras famílias, a pagar altos aluguéis ou a mudar-se para os subúrbios, uma vez que foram insuficientes as habitações populares construídas em substituição às demolidas. Parte considerável da imensa população atingida pela remodelação permanece na região e os morros situados no centro da cidade - Providência, Santo Antonio, entre outros - outrora pouco habitados, sofrem uma rápida ocupação habitacional proletária. Surgem as favelas, que marcariam a configuração da cidade até os dias de hoje.
Urbanização do Rio de Janeiro - Pereira Passos [1]
No início do século XX, o Rio de Janeiro passava por graves problemas sociais, por causa, em grande parte, de seu rápido e desordenado crescimento, alavancado pela imigração européia e pela transição do trabalho escravo para o trabalho livre (1888).
Quando Pereira Passos assume a Prefeitura da cidade, o Rio de Janeiro, com sua estrutura de cidade colonial, possuía quase um milhão de habitantes carentes de transporte, abastecimento de água, rede de esgotos, programas de saúde e segurança.
No centro do Rio de janeiro surgiam habitações coletivas insalubres - cortiços -, epidemias de febre amarela, varíola, cólera, dando à cidade a fama internacional de porto sujo ou "cidade da morte", como se tornou conhecida.
A reforma urbana de Pereira Passos visou o saneamento, o urbanismo e o embelezamento, dando ao Rio de Janeiro ares de cidade moderna e cosmopolita, ou seja, uma cidade que pudesse atender a todos os gostos, sotaques e nacionalidades, e assim, a Cidade da Morte se tornaria Cidade Maravilhosa.
Urbanização do Rio de Janeiro - Vinda da Família Real
A urbanização do Rio de Janeiro deu-se, inicialmente em 1763, quando o Rio de Janeiro tornou-se a sede do Vice-reino do Brasil e a capital da colônia. Com a transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, na época da tomada da Península Ibérica por Napoleão Bonaparte, a região foi muito beneficiada com reformas urbanas para abrigar a Corte portuguesa. Dentro das mudanças promovidas, destacam-se: a transferência de órgãos de administração pública e justiça, a criação de novas igrejas, hospitais, quartéis, fundação do primeiro banco do país - o Banco do Brasil - e a Imprensa Régia, com a Gazeta do Rio de Janeiro. Nos anos seguintes também surgiram o Jardim Botânico, a Biblioteca Real (hoje Biblioteca Nacional) e a Academia Real Militar, antecessora da atual Academia Militar das Agulhas Negras.
Assim, ocorreu um processo cultural, influenciada não somente pelas informações trazidas pela chegada da corte e da família real, mas também pela presença de artistas europeus que foram contratados para registrar a sociedade e natureza brasileira. Nessa mesma época, nasceu a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Instituto Conselheiro Macedo Soares - Doações [2]
As turmas de 2º ano MCT/INFO - C1 recolheram alimentos, roupas, sapatos para doação a este Instituto, entregando a ele estas doações. Os cinco alunos, Ivete Letícia, Gabrielle Rodrigues, Kaiam Flandim, Simone Panazio e Vitor Araujo, foram muito bem recebidos pelo Sr. Ademir Fontes, que apresentou o Instituto ao grupo, falando sobre as tarefas que eles exercem, e das ajudas que recebem. Apresentou as meninas que passam a maior parte do tempo ali. Depois, foram recebidos pelo Vice-Presidente Paulo Cesar Pinto Jordão, que deu toda atenção devida.Instituto Conselheiro Macedo Soares - Doações [1]
